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sexta-feira, 20 de maio de 2011

Solidariedade.



Solidariedade... É uma palavra diferente. 
É uma palavra que incomoda um pouco... 
Incomoda porque embora seja difícil de pronunciar, é o seu verdadeiro significado que “faz mexer”... 
 
Fundamenta-se em valores que não conseguimos quantificar por maior que seja o número em reais (ou a falta deles).  
 
O que é ser solidário?   
 
Ser Solidário, é acima de tudo, respeitar, incondicionalmente tudo o que nos rodeia... 
 
Ser Solidário, é sentir a necessidade íntima de partilhar... 
 
Ser Solidário, é perceber que as diferênças só existem porque é mais fácil criar distâncias do que gerir dificuldades...
 
Ser Solidário, é sentir que é possível mudar, o que está errado E que para isso basta acreditar... 
 
Ser Solidário, é querer ir mais além, é ser mais alto interiormente, é ser maior de coração... 
 
Ser Solidário, é perceber que a alegria de dar é indiscutivelmente superior à de receber... 
 
Ser Solidário, é estender a mão, sem olhar à cor, ao sexo, ao estatuto social, a etinia etc.

PENSE NISSO!!

SENTIMENTOS...

 
 
"Amor não se constrói da noite pro dia e sim, com muita conversa, tolerância,
 perdão, amizade, carinho, compreensão, cumplicidade, e muito amor.

É assim que nos vejo!

Amo mais e mais todos os dias que passo ao seu lado.

Me apaixono por você toda vez que te vejo, pois parece ser sempre a 1° vez em que te vi...

Teu olhar, me conta sempre uma história de quanto somos importantes um para o outro e isso me faz sentir uma felicidade incomum.

Me sinto completamente realizado ao ver você sorrir ao meu lado.

Amor é uma palavra que hoje faz parte da minha vida graças a você.

Meu nome junto a você é FELICIDADE!!!!!!!!!!!

Te amo INFINITAMENTE mais e mais e mais...."

quinta-feira, 19 de maio de 2011

O caminho da vida.

   
  O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos.

     A cobiça envenenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódios... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e morticínios.

     Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria.
     Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
    Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.

                          

(O Último discurso, do filme O Grande Ditador)
                                           

                                              
Charles Chaplin